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Petropolitanos que moram no exterior mobilizam campanhas para ajudar vítimas da tragédia

Petrópolis do bem

Petropolitanos que moram no exterior mobilizam campanhas para ajudar vítimas da tragédia

Apoio vem de países como Estados Unidos, Londres e Alemanha

Petropolitanos que moram no exterior estão mobilizando campanhas para ajudar as vítimas da tragédia provocada pelo temporal de terça-feira (15). Moradores de Londres, Alemanha e Estados Unidos fazem parte dessa corrente do bem.

Até o momento, foram confirmadas 152 mortes e 191 pessoas seguem desaparecidas. A cidade contabiliza quase mil pessoas desabrigadas.

Fotos: Reprodução Instagram Rodrigo Santoro/ Arquivo Pessoal Philippe Ladvocat/ Reprodução Instagram Janaína Zarella

Um deles é o ator Rodrigo Santoro, que nasceu em Petrópolis. O ator mora nos Estados Unidos e, desde que soube do desastre na cidade natal, tem publicado em sua conta do Instagram formas de ajudar as vítimas.

“Oi, gente! Eu queria pedir a atenção de vocês para o que está acontecendo em Petrópolis. Eu estou aqui para compartilhar algumas formas de ajudar nesse momento. O SOS Serra é uma organização local que está arrecadando doações para as vítimas dessa catástrofe. Então se você puder, ajude. Doe pelo Pix que está aqui na tela. Ou acesse o perfil do projeto SOS Serra e veja como doar alimentos, móveis, produtos de limpeza, remédios, enfim, outros itens essenciais. Nesse momento toda ajuda é bem-vinda. Muito obrigada!”‘.

Ajuda de Londres

Já o petropolitano Philippe Ladvocat, de 36 anos, mora em Londres e mobilizou uma campanha de arrecadação na internet para quem está no exterior e também quer ajudar. Até o momento, Philippe já arrecadou £ 750, o que, convertido para real, soma R$ 5.242,50 já que a libra está a R$ 6,99.

“Nasci em Petrópolis, morei na cidade até os 19 anos. Minha infância e adolescência foi toda na cidade. Ainda temos a casa onde cresci, é onde minha irmã fica quando não está a trabalho em Brasília, tenho minha avó que mora no Quitandinha, meus tios também moram na cidade e tenho muitos amigos”, conta o jornalista, sobre sua relação com Petrópolis.

Philippe, que trabalha como gerente de marcas digitais em Londres, disse que ficou sabendo da tragédia pela internet: “Uma amiga perguntou em um grupo [de Whatsapp] se nossas famílias estavam bem. Eu não entendi o motivo e aí ela começou a encaminhar fotos e vídeos. Inicialmente, achei que era uma enchente como várias que a gente conhece em Petrópolis, mas depois foi dando para ter dimensão da tragédia”.

O jornalista conta que, em um primeiro momento, fez uma doação para o Centro de Defesa dos Direitos Humanos (CDDH) de Petrópolis, mas depois percebeu que a cidade precisava de mais. “Me veio o pensamento de que, para as pessoas que estão fora do Brasil não é fácil transferir ou doar. no Brasil é só fazer um pix. Sem contar que qualquer doação do exterior é amplificada por conta da conversão do dinheiro. Qualquer doação daqui vai ser quase sete vezes maior na hora que a quantia for convertida para o real. A forma mais rápida que encontrei para arrecadação foi criar uma página de doações que fosse fácil para que as pessoas daqui pudessem doar, no site Just Giving.

Campanha na Alemanha

A petropolitana, Janaína Zarella, que mora na Alemanha está fazendo a arrecadação para mandar para a cidade. A campanha está sendo feita pelo Instagram da apresentadora de TV, que tem mais de 704 mil seguidores.

Como ajudar as vítimas dessa tragédia?

Para saber como ajudar as vítimas do temporal, reunimos diversas maneiras nas matérias abaixo:

– Ajuda, em geral:
– Voluntariado:
– Causa animal:
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