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Ave silvestre é resgatada após ser encontrada em piscina de colégio em Petrópolis

Petrópolis do bem

Ave silvestre é resgatada após ser encontrada em piscina de colégio em Petrópolis

Espécie típica de áreas úmidas mobilizou ação de resgate entre alunos

Uma ave silvestre da espécie conhecida como socó-dorminhoco foi encontrada presa na piscina do Colégio Koeler, em Petrópolis, mobilizando funcionários e acionando órgãos de proteção ambiental para o resgate adequado do animal. A ocorrência chamou a atenção não apenas pela situação inusitada, mas também pelo potencial educativo gerado dentro do ambiente escolar.

Fotos: Divulgação

Ao perceberem a presença da ave, profissionais do colégio agiram com cautela para garantir a segurança do animal. Utilizando um pano, conseguiram conter o socó-dorminhoco e acomodá-lo em uma caixa, evitando estresse e possíveis ferimentos.

Em seguida, o Corpo de Bombeiros foi acionado, que orientou o contato com o órgão ambiental responsável. A equipe especializada compareceu à unidade e realizou o recolhimento do animal, encaminhando-o para atendimento antes de sua devolução à natureza.

Espécie de hábito noturno

O socó-dorminhoco (Nycticorax nycticorax) é uma ave típica de regiões alagadas, como manguezais, brejos e margens de rios e lagoas. De hábitos predominantemente noturnos, alimenta-se de pequenos peixes, anfíbios e insetos.

Apesar de ser relativamente comum em diversas regiões do Brasil, sua presença em áreas urbanas costuma ocorrer devido à proximidade com ambientes naturais ou alterações no habitat.

Bárbara Moreli, coordenadora Fundamental I destacou a importância da ação rápida e responsável diante da situação. “Nosso compromisso vai além do ensino tradicional. Situações como essa reforçam a necessidade de respeito à vida e ao meio ambiente. Foi uma oportunidade de mostrar, na prática, como agir com responsabilidade e consciência”, afirmou.

Lição de preservação

O caso também evidencia o papel fundamental das instituições de proteção à fauna silvestre, que atuam no resgate, reabilitação e reintegração de animais ao seu habitat natural. Esses órgãos são essenciais para garantir que espécies não sejam mantidas em cativeiro irregular e que recebam os cuidados adequados em situações de risco.

A experiência reforçou a compreensão de que animais silvestres não devem ser domesticados ou mantidos em ambientes inadequados, além de estimular reflexões sobre a convivência harmoniosa entre seres humanos e a natureza.

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