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“Os últimos dias de dezembro e o mês de janeiro serão os mais tristes da nossa história”, diz infectologista sobre efeito das festas de fim de ano

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“Os últimos dias de dezembro e o mês de janeiro serão os mais tristes da nossa história”, diz infectologista sobre efeito das festas de fim de ano

Ele ressalta a exaustão do sistema, sujeito à falta de medicamentos, e, principalmente, dos profissionais da área da saúde

“Dá a impressão de que a população decidiu enfrentar e confrontar esse vírus”. Esse é um dos alertas que, logo de imediato, o Prof. Dr. Antônio Luiz Chaves faz em alerta publicado nas redes sociais. Infectologista do hospitais Unimed Petrópolis e Hospital Municipal Nelson de Sá Earp, ele também é professor da FMP e há 50 anos atua com infectologista no município de Petrópolis.

Foto: Reprodução/Internet

De acordo com o infectologista, num momento em que o país registra mil mortes por dia, é importante que a população respeite o isolamento e evite as celebrações natalinas e de ano novo. “Se continuarmos com esse número excessivo de doentes, não haverá condições de atender a todos, então muitos irão morrer sem atendimento. Não queremos que a população de Petrópolis termine o ano e inicie 2021 chorando a perda de entes queridos”, aponta.

Um outro aspecto ressaltado pelo profissional é no que diz respeito à exaustão do sistema, sujeito à falta de medicamentos, e, principalmente, dos profissionais da área da saúde. “Não se reúnam. Não façam festas e nem aglomerações porque já estamos e vamos entrar numa situação ainda mais grave. (…) É um apelo que vem do meu coração. Não falo como professor, pesquisador ou infectologista. Falo como participante dessa comunidade”, conclui.

O relato na íntegra do Prof. Dr, Antônio Luiz Chaves pode ser conferido abaixo:

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