Connect with us

#SouCurioso: 10 fatos sobre Petrópolis que só conhece quem, realmente, é curioso sobre a cidade

História

#SouCurioso: 10 fatos sobre Petrópolis que só conhece quem, realmente, é curioso sobre a cidade

Para quem ama fatos e descobertas que vão além dos livros de História

Se você também é daqueles que vive se perguntando sobre as histórias por trás dos nomes das ruas e localidades da cidade ou que não se cansa de navegar pelos fatos que constituem a trajetória do município, você veio ao lugar certo! Selecionamos 10 postagens da série #SouCurioso, publicada pela Sou Petrópolis em sua página no Facebook, para testar se, assim como a gente, você também é um curioso insaciável pela história local!

1- Quem são os irmãos da Rua Irmãos D’Angelo?

Para quem pensa que os irmãos D’Angelo eram apenas dois irmãos, está muito enganado. Eles eram cinco italianos e uma italiana: João, Donato, Domingos, Alexandre, Nicola e Giustina. A família D’Angelo veio para o Brasil no final do século XIX buscando melhorar de vida. Na cidade imperial, eles adquiriram uma confeitaria, que hoje é a tradicional Casa D’Angelo, de um português sem herdeiros, chamado Valentim Aguiar.

Com o sucesso da confeitaria, eles também adquiriram os estabelecimentos onde hoje é o atual Teatro Dom Pedro, o atual shopping Quartier e a Fábrica de Caramelos D’Angelo. Mas antes de se tornarem proprietários de vários imóveis em Petrópolis, eles eram engraxates e carregadores. O espírito empreendedor deles foi tão grande que ganharam uma homenagem no centro da cidade, recebendo nome de rua: a Rua Irmãos D’Angelo.

2- Você sabia que o Trono de Fátima foi projetado pelo mesmo arquiteto do Cristo Redentor?

É isso mesmo que você acabou de ler! O Trono foi concebido pelo mesmo autor do projeto do Cristo Redentor – o engenheiro Heitor da Silva Costa – e, assim como acontece na Cidade Maravilhosa, a estátua de Petrópolis também está situada num local de vista privilegiada de alguns dos principais casarões e igrejas da cidade.

3- Você conhece a história por trás do nome Castelinho?

Durante conversa com alguns montanhistas de Petrópolis descobrimos uma história que poderia explicar o porquê do nome “Castelinho”, no Morin. Existe a versão de que a área teria sido nomeada assim por conta da formação rochosa de seu cume, mas de acordo com os montanhistas, o nome pode ter relação com o Imperador. Segundo eles, Dom Pedro II – botânico e entusiasta de montanhas – frequentemente subia o Castelinho para ver o pôr do Sol e, com isso, teria o chamado de “Meu Castelo”: posteriormente apelidado de Castelinho.

4- Por que tem uma águia na Praça da Águia?

Estudiosos e guias da Câmara apontam que o governo mexicano teria encomendado a estátua de presente a Petrópolis após uma visita à região no século XIX. Conta a lenda que os astecas receberam uma revelação de seu Xamã, dizendo que a primeira cidade do México deveria ser construída no local onde encontrassem uma águia devorando uma serpente em cima de um cacto. De acordo com o Xamã, este seria o local perfeito para se viver. Após encontrarem, originou-se a primeira cidade mexicana, Tenochtitlan (atual Cidade do México), e a águia com a serpente passou a fazer parte da bandeira do México.

5- Você sabia que Garota de Ipanema não foi gravada em Ipanema, e sim em Petrópolis?

De acordo com dados extraídos do site de Helô Pinheiro, a Garota de Ipanema, a letra da canção foi escrita por  Vinicius de Moraes em Petrópolis e era originalmente chamada de “Menina que passa”. Chegando a ser considerada o hino da Bossa Nova, a música é a segunda mais gravada no mundo, perdendo apenas para “Yesterday”, dos Beatles.

6- Quem é o Paulo da Rua Paulo Barbosa?

Paulo Barbosa era mordomo da casa Imperial. Além de ter seguido a carreira militar e ter estudado engenharia, ele é para muitos uma das principais razões de podermos chamar Petrópolis de cidade. Foi ele quem teve a iniciativa de retomar os planos de D. Pedro I e construir um palácio de verão no alto da serra da Estrela.

Junto com o engenheiro alemão Júlio Frederico Koeler, ele elaborou um plano para fundar o que ele denominou “Povoação-Palácio de Petrópolis” O objetivo da missão foi colonizar a região, estimular a produção agrícola e o crescimento de uma nova população. E foi dessa mentalidade de substituir o trabalho escravo pelo trabalho livre que nasceu Petrópolis.

7- Quem é o alemão, do Morro do Alemão, no Retiro?

De acordo com o livro ‘O outro lado de Petrópolis’, lançado em 1986 pela Prefeitura, a área está registrada em nome do imigrante Werner Frank no Cartório. Ainda segundo a obra, o local começou a ser povoado depois do alemão em questão ter desaparecido na época da Segunda Guerra Mundial. A partir daí, a comunidade que fica no Retiro, a 5 km do Centro de Petrópolis, passou a ser conhecida como “Morro do Alemão”.

8- Você sabia que o Lago Quitandinha tem o formato do mapa do Brasil?

O Hotel-Cassino Quitandinha foi fundado em 1944 para ser o maior cassino da América Latina. O fundador Joaquim Rolla, além de ter uma visão além de seu tempo, era muito patriota. A fim de homenagear sua pátria e de estreitar as relações com o governo federal, ele mandou transformar o formato do Lago Quitandinha, que já existia ali, no mapa do Brasil. E o farol, que funciona até hoje, foi construído para representar o ponto máximo do Brasil no Nordeste. Atualmente, após ser adquirido pelo Sesc Rio, grande parte do complexo funciona como espaço cultural.

9- Você conhece a história por trás do nome do distrito de Secretário?

Contam os moradores da região que, lá por volta de 1730, Secretário funcionava como uma via alternativa no escoamento do ouro que, oficialmente, acontecia pela Estrada Real. Livre de alfândegas e, portanto, impostos, em determinado momento o trajeto chamou a atenção do imperador, que enviou um de seus secretários para ajudar no policiamento da região. O tal do secretário passou a morar por lá para ajudar na fiscalização e, com isso, se tornou sinônimo dali das redondezas.

10- Quem é o Pedro, do distrito de Pedro do Rio?

De acordo com alguns historiadores da cidade, na região havia dois homens chamados Pedro e, como se não bastasse, ambos eram comerciantes: um detinha um armazém próximo ao Rio Piabanha e, o outro, no Alto do Pegado. Na tentativa de diferenciá-los, a população teria começado a chamá-los de Pedro do Alto e Pedro do Rio, fazendo com que a região, anos mais tarde, também fosse conhecida assim. Legal, né? No mínimo, curioso!

Nos comentários, conta pra gente qual foi a sua curiosidade favorita =)

Continue Reading

Você também vai gostar

Subir