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[Dia Nacional do Teatro] Conheça 3 teatros que faziam sucesso em Petrópolis antigamente

História

[Dia Nacional do Teatro] Conheça 3 teatros que faziam sucesso em Petrópolis antigamente

No Dia Nacional do Teatro, celebrado nesta segunda (19 de setembro), a Sou Petrópolis te convida a voltar ao passado e conhecer alguns teatros que faziam sucesso na cidade antigamente. Numa época em que não havia Netflix ou outras plataformas de entretenimento, era nos teatros e, posteriormente, cinemas que se concentravam as principais formas de diversão da juventude e das famílias daquele tempo.

Theatro Dom Pedro

Inaugurado em 1933, o Theatro Dom Pedro foi uma realização da Empresa D’Angelo & Cia. Ltda. Na época de sua inauguração, o teatro contava com capacidade para mil pessoas, com 17 camarotes na segunda plateia. Devido a algumas mudanças nas normas de segurança ocorridas ao longo dos anos, o espaço teve sua capacidade reduzida para 500 lugares divididos em plateia, balcão e camarotes.

Foto: Museu Imperial/Ibram/MinC

Curiosidade: durante a construção, um dos consultores das obras foi o italiano Roberto Caburi. Especializado em teatro acústica, ele foi contratado para garantir que o prédio tivesse todas as características necessárias para comportar, inclusive, óperas e operetas.

Localização: Praça dos Expedicionários, s/n – Centro

Teatro Petrópolis

Foto: Museu Imperial/Ibram/MinC

Inaugurado em 1914 por João Xavier, o então Teatro Xavier foi rebatizado de Teatro em Petrópolis sob a administração de Jacomo Rosário Staffa, que o reinaugurou em 1916. Naquela época, o espaço, que posteriormente viria a abrigar o Cinema Petrópolis, abrigava salão nobre e sala de espetáculos. Ao lado do empreendimento operava o Salão Cosmopolita, que aparece à esquerda.

Foto: Museu Imperial/Ibram/MinC

Localização: Rua do Imperador, 808

Teatro Cassino Fluminense

Conhecido por ter sediado a primeira exibição de filme brasileiro em território nacional, o Teatro Fluminense – que ficava onde hoje está o Edifício Profissional – exibiu, em 1897, os curtas “Uma artista trabalhando no trapézio do Politeama”, “Chegada do trem em Petrópolis” e “Bailado de crianças no Colégio do Andaraí” por iniciativa do empresário Victor de Mayo. Não eram filmes como conhecemos hoje e sim pequenas cenas, seguindo o modelo de Lumière.

Foto: Museu Imperial/Ibram/MinC

Localização: atual Edifício Profissional

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