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Pesquisa aponta Petrópolis como a segunda cidade mais segura do Rio de Janeiro em 2026

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Pesquisa aponta Petrópolis como a segunda cidade mais segura do Rio de Janeiro em 2026

Os dados são do Anuário 2026 de Cidades Mais Seguras do Brasil da MySide

Petrópolis é uma das cidades mais seguras do Rio de Janeiro dentre os municípios com mais de 100 mil habitantes. Os dados são do Anuário 2026 de Cidades Mais Seguras do Brasil©, iniciativa da MySide que compila os dados de óbitos registrados pelo Ministério da Saúde e IBGE.

Foto: Divulgação 26º BPM

A taxa registrada em Petrópolis é de 11,3 homicídios a cada 100 mil habitantes. Maranguape (CE), última colocada no ranking geral de segurança, com taxa de 101,5, possui taxa de violência quase nove vezes maior que Petrópolis.

O índice do município é quase duas vezes menor que a média nacional, de 21,5 assassinatos a cada 100 mil habitantes. No ranking fluminense, Petrópolis fica atrás apenas de Macaé, com 8,2, e à frente de Niterói, com 12,6, Nova Friburgo, com 13,1, e Magé, com 13,4.

Na Região Serrana, Nova Friburgo e Teresópolis, esta em 10º lugar, com 16,7, também estão entre as dez mais seguras do estado. A capital, Rio de Janeiro, tem taxa de 25,4, mais que o dobro da de Petrópolis. O resultado se destaca em um estado que ocupa a 17ª posição no ranking nacional, com taxa de 26,5.

Foto: @26bpm_pmerj

Sempre no topo do ranking fluminense

Petrópolis aparece entre as duas cidades mais seguras do Rio de Janeiro em todas as edições recentes do levantamento da MySide. No Anuário 2024, com dados de 2023, liderou o ranking estadual, com taxa de 12,4, posição que manteve no Anuário 2025 (dados de 2024), com 9,3. Em 2026, com 11,3, a cidade segue no pódio fluminense, agora em 2º lugar.

Confira o gráfico das cidades mais seguras do Rio de Janeiro:

Foto: Divulgação

Metodologia da pesquisa

O anuário 2026 Cidades Mais Seguras do Brasil© é fundamentado em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), do Ministério da Saúde.

O principal indicador utilizado para classificar as cidades foi a quantidade de assassinatos por 100 mil habitantes. Esse indicador é amplamente reconhecido como uma medida sólida e universal de segurança pública.

Organizações internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), utilizam essa taxa em seus relatórios, considerando-a fundamental para comparações regionais e temporais.

A utilização desse indicador permite ajustar os números absolutos de homicídios pelo tamanho da população, facilitando análises comparativas e a formulação de políticas públicas eficazes.

Para calcular o índice, foram analisados os dados de todos os óbitos registrados no Brasil em 2025, cerca de 1,5 milhão, segundo o Painel de Monitoramento da Mortalidade da SVSA.

A SVSA consolida os dados por meio do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), estabelecido em 1979. No SIM, são inseridos os detalhes de todos os atestados de óbito no Brasil, sendo as informações de responsabilidade do médico que emite o laudo. Após o preenchimento, o documento é encaminhado para os Cartórios de Registro Civil.

Foto: Divulgação 26º BPM

As Secretarias Estaduais de Saúde são encarregadas de coletar essas informações junto aos estabelecimentos de saúde e cartórios, enviando posteriormente para o Ministério da Saúde via SIM.

“Optamos por utilizar os dados do Ministério da Saúde como base para o número de assassinatos por ser uma fonte que segue critérios uniformes em todos os estados, garantindo a consistência metodológica necessária para comparações confiáveis”, informou a MySide.

O estudo completo pode ser baixado clicando aqui.

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