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No Dia das Bruxas, relembre algumas lendas populares que fazem parte da história de Petrópolis

História

No Dia das Bruxas, relembre algumas lendas populares que fazem parte da história de Petrópolis

Da dama de branco ao túmulo do anjinho milagroso

Ainda que pouco celebrado no Brasil, o Dia dos Bruxas não deixa de ser uma oportunidade para celebrar o misterioso e, às vezes, inexplicável. Pensando nisso, reunimos algumas lendas que fazem parte da cultura popular dos petropolitanos e que, se você ainda não ouviu falar, certamente irá gostar de conhecer.

A dama de branco

Fotos: Reprodução/Flickr @alertenis – Site Viajar Correndo

Essa é clássica! Houve uma época em que pessoas iam para os portões do Museu Imperial na tentativa de encontrar a dama de branco. A história que se contava era a de que, à meia-noite, uma mulher vestida em trajes brancos parecia flutuar por entre as árvores do bosque antes de ir ao encontro de seu amor.

Hoje, passadas décadas, a história que se conta é outra. A explicação lógica que dão para o fenômeno é que, à noite, quando o farol dos carros é refletido nas estátuas em mármore branco do jardim, a impressão que se tem é a de movimento, daí a dama se deslocando pelo bosque.

O milagre na colina do Siméria

No final da década de 50 um morador do Siméria disse ter visto a imagem de um santo – São José – estampada num barranco próximo ao número 377 da Rua Presidente Sodré. Conta a imprensa da época que ele teria cavado mais de 12 metros para construir uma mina, quando se deparou com a imagem no local.

Após o relato, o lugar passou a receber, dia e noite, romarias de curiosos. Ainda de acordo com edição do jornal Tribuna de Petrópolis publicada em 21 de setembro de 1956, um dos visitantes foi o Frei Leão. Segundo a mesma matéria, na época mais de mil pessoas já haviam ido ao Siméria por conta do milagre.

O túmulo do anjinho milagroso

Fotos: Reprodução/Instagram – @frei_berg_ofm/@jubsampaio

No Dia dos Finados já é tradição para muitos visitar o túmulo do anjinho milagroso, que vive repleto de brinquedos no Cemitério Municipal. Tudo teria começado com um ex-funcionário do cemitério que, com fortes dores no estômago, precisaria de uma cirurgia urgente com base na gravidade de seu quadro.

Devoto, o homem teria, então, passado a pedir pela intercessão de Deus sempre que cuidava do túmulo do anjinho: descendente de germânicos que morreu antes de completar um ano. Passadas duas semanas, o homem teria se curado da enfermidade e dado início a uma corrente de fé no referido túmulo.

A maldição do Quitandinha

Fotos: Rodrigo Soldon – Evaldo Macedo

Grandioso do jeito que é, seria no mínimo estranho se o Quitandinha não fosse cercado por histórias e suposições populares. Uma delas diz que, durante a construção do palácio, um operário teria morrido comprimido pelas engrenagens do palco mecanizado e que a família, revoltada, teria rogado uma praga de que nada feito no local daria certo.

Coincidência ou não, o Quitandinha terminou de ser construído em 1944 e, em 1946, o jogo foi proibido pelo então presidente Eurico Gaspar Dutra. 16 anos depois, o local deixou de funcionar como hotel e passou a operar como condomínio. O espaço chegou a ser alugado para cerimônias e eventos, mas que também foram interrompidos.

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Conhece alguma lenda petropolitana que não foi listada aqui? Conta pra gente aqui nos comentários!

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